Corte na educação mobiliza universitários de todo brasil

Desde o início do ano, o MEC anunciou vários cortes nas bolsas de pesquisa, como as financiadas pela Capes (Coordenação de Melhoria de Pessoal do Ensino Superior). Recentemente, por causa de protestos contra uma medida tão impopular, Jair Bolsonaro (PSL) anunciou a liberação de 679 sacos congelados.

No entanto, mesmo com este anúncio, o corte continua a alcançar 7.590 benefícios, o equivalente a 8% do que estava no início do ano e comprometendo a entrada de novos pesquisadores. O CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) também enfrenta cortes e tem déficit orçamentário de R$ 330 milhões.

A situação da educação para o próximo ano deve permanecer na mesmice. A conta orçamentária de 2020 prevê uma queda acentuada nos recursos da Capes de R$ 4,25 bilhões em 2019 para R$ 2,20 bilhões em 2020.

Presidente anuncia corte de verba

A carteira mais afetada foi a da Cidadania, que perderá R$ 619,2 milhões. O segundo maior corte foi o Ministério da Educação (MEC), que terá R$ 348 milhões bloqueados. Em terceiro lugar ficou o Ministério da Economia, com R$ 282,6 milhões retidos.

Em quarto lugar na lista, o Ministério do Turismo teve 100 milhões de dólares bloqueados. Os Ministérios da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (R$ 59,8 milhões) também foram afetados; Agricultura, Pecuária e Abastecimento (R$ 54,7 milhões); Relações Exteriores (R$ 32,9 milhões) e Meio Ambiente (R$ 10,2 milhões).

Em meio ao agravamento dos indicadores econômicos e à redução das projeções da receita federal, o governo já havia realizado um bloco orçamentário de quase R$ 30 bilhões em março. Em maio, uma onda de protestos foi provocada pela redução de recursos no setor de Educação. Nesse mesmo mês, o governo anunciou a liberação de parte dos fundos do MEC.

Para futuros universitários ainda resta participar do SISU 2020 com vagas em universidades publicas em todo brasil, mais as universidades ainda não sabem como vão fazer para captar recursos para manter novos alunos.

Politica e o corte na educação

O que vemos é um desmantelamento acelerado da educação. Bolsonaro retira dinheiro de áreas-chave para fazer politicalha. Destrói os direitos do povo comprando votos com dinheiro público. Não há nada mais sujo na política do que isso. E ele vende essas práticas. espúrio como uma nova política. É um escândalo que precisa ser interrompido. E vamos dizer que nas ruas no dia 13, “condenou o líder do PT.

Na próxima terça-feira, uma grande marcha a favor da educação está programada para ocorrer em todo o país. Em maio passado, milhões de pessoas saíram às ruas de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal para protestar contra os cortes anunciados pelo governo, o que levou Bolsonaro a recuar parte das medidas. Na próxima semana, os organizadores esperam que o movimento seja ainda maior do que há três meses.

CONTINGENCIAMENTO PARA PESQUISAS

Precisamos ser mais eficientes. Com os recursos que temos, ter melhores resultados. Quando você diz que uma faculdade ou empresa terá um corte de 30%, você imagina que a faculdade vai parar. Isto é muito diferente de uma contingência de 3,4% por alguns meses.

O que acontece em uma empresa privada ou em sua casa? Às vezes passamos por uma situação mais difícil e precisamos apertar nossos cintos. ”

Pois algumas universidades publicas de minas gerais ja como SISU UFG 2020 estão sendo afetadas por falta de recursos, principalmente em pesquisas e serviços que eram mantidos pelo governo federal e agora vão ter que achar outro meio de captar recursos financeiros.

“Estamos passando por uma contingência, é gerenciável. Não é o grito que é resolvido, não é com mentiras; é com diálogo, transparência e planilha de destaque.

O problema seria depois de setembro. Até lá, traremos soluções, como o dinheiro que foi recuperado da Petrobras, do roubo ocorrido no passado. Traremos soluções. Vamos ver como a eficiência ganha nas universidades.

Acompanhamos os números [das universidades], quase todo mundo está gastando, em média, 80% do que já está disponível, mesmo com a contingência de 3,5%. As universidades e institutos estão gastando abaixo do limite, por isso não está impactando, o impacto será a partir de setembro no MEC “.

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